quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mulheres e homens

As mulheres reclamam dos homens, dizem que não existe homem perfeito; o que é perfeitamente verdade. Não existe mesmo o príncipe encantado que todas nós mulheres idealizamos. Os homens sempre vem acompanhados de defeitos. Porém as mulheres não são diferentes. Também não existe mulher perfeita. Sim, sou eu que estou dizendo isso, uma mulher.
Em geral se ouve a reclamação dos maridos por não se sentirem satisfeitos com as esposas, que sempre estão ocupadas demais limpando a casa, cuidando dos filhos e no fim do dia estão muito cansadas ou com dor de cabeça. A casa e os filhos estão todos alinhados, asseados, perfeitos. Já o casamento...E aí, os maridos insatisfeitos acabam procurando satisfação fora de casa. Isso porque não existe uma muher perfeita, que consiga conciliar casa perfeita, filhos bem cuidados e maridos satisfeitos (até porque de qualquer forma os maridos nunca ficam completamente satisfeitos).
Então eu penso... Porque as mulheres se preocupam tanto com os cuidados da casa e deixam seus maridos procurando satisfação fora de casa?
Eu não sou exceção, não sou perfeita, tenho meus defeitos (que são muitos), mas não vou correr o risco de perder meu marido por conta dos cuidados da casa. Da minha casa outra mulher até pode cuidar (pra isso servem as domésticas), mas da minha cama cuido eu!

Como será o futuro do nosso País?


Incrível como algumas pessoas conseguem ser falsas e fúteis, mostrar isso e achar normal e talvez chegar ao absurdo de até terem orgulho de sua falsidade e futilidade.
Sempre fui muito simples e inocente de certa forma. Fui criada de uma forma que sempre tento ver o lado bom das coisas e, principalmente, das pessoas. Tenho dificuldade de ver o mal nas pessoas, em perceber a maldade de intensões. Por isso, dificilmente fico irritada com alguma coisa. Sou bem calma e sensível, e pra me tirar do sério tem que fazer um grande esforço.
Porém, com a convivência com tanta maldade, falsidade e futilidade acabei mudando um pouco. Estou aprendendo a ver que as pessoas são más. Como diz um professor meu: "O ser humano é mau, gosta de ver desgraça, adora ver um sangue" E cada dia isso se mostra mais verdadeiro.
Mas... voltando à falsidade e à futilidade, que foi o que me indignou e me fez escrever hoje. Conheço algumas pessoas na faculdade que são neuróticas por tirar notas altas. Tudo bem, é legal ir bem nas provas, tirar boas notas, mas não e só isso que importa, não devem ser só esses os motivos que levem uma pessoa a estudar. Mas, para essas pessoas é só isso que conta, o que importa é ter as melhores notas da turma, a qualquer custo. E quando eu falo a qualquer custo, estou me referindo ao sentido literal. A pessoa se presta ao papel de usar só roupas indecentes, quero dizer, roupas que eu só usaria dentro de casa, só com meu marido. E essa não é uma opinião só minha, vários colegas pensam da mesma forma, e não são só mulheres, homens também têm a mesma opinião. Tudo bem, usaria na praia também... Rsrss...
Enfim... Além da roupa extravagante, fazem uma bajulação aos professores, todos, sem exceções. Parecem as melhores amigas e admiradoras dos professores, na frente deles. Participam das aulas, fazem perguntas, fazem até disputa pra ver quem participa mais, tudo pra ganhar a simpatia dos professores. Mas, quando saem da sala de aula, falam mal dos professores e da aula, isso na frente de todo mundo. Essas pessoas não se sentem mal e nem sentem vergonha de mostrarem pra todos o quanto são falsas.
Já presenciei essas cenas várias vezes e nem sei porque ainda me impressiono, mas é que hoje ainda presenciei novamente isso, e faço questão de transcrever as palavras de uma dessas pessoas, no intervalo entre uma aula e outra, onde a bajulação aos professores aconteceu como de costume. Essas foram as palavras ditas no corredor principal da faculdade em alto e bom som: “Nada melhor que sair da aula de um professor chato pra ir pra aula de outro professor chato”. E a frase foi dita com o maior orgulho, como se fosse algo lindo...
Não dá! Pra mim não dá... Esse tipo de caráter não “desce” pra mim. Quem tem esse tipo de atitude nunca poderá ser classificado como alguém de confiança. E o pior de tudo, essas pessoas são futuros médicos. Como será o futuro desses profissionais? Como exercerão essa profissão que é marcada pela confiança? E a pergunta que não quer calar: Como serão tratados os pacientes desses futuros profissionais???